Porque há quem não se informe…
Ou não queira perceber…
Que uma Língua enorme …
Não se poderá vender…
Aldrabices de Doutores…
Nas palavras inventadas…
Batotices dos Senhores…
Ou extravagâncias erradas…
É um sentido invertido…
De colocação da voz…
Um jogo indefinido…
Onde só pagamos nós…
É o dizer porque sim…
Mais os egos desmedidos…
De quem não prevê o fim…
Destes erros sucedidos!
É um Mundo de ilusões…
Um espírito pouco nobre…
Guerras e contradições…
Que deixa o escrever mais pobre!
Alex M
E se envolvem movimentos... E abraçam recordações... Que definem sentimentos... E outras contradições...
sexta-feira, 8 de julho de 2011
("MEINE") DREI PRINZESSINNEN...
Como um cálice vertendo…
O sangue no teu sentir…
Num arrepio tremendo…
Que te permite existir…
E sentes parte de ti…
Nas lágrimas derramadas…
Num rosto que te sorri…
Ou nas frases partilhadas…
E no peito uma emoção…
Um carinho que flutua…
E pegas em cada mão…
Como se ela fosse tua…
Alex M
O sangue no teu sentir…
Num arrepio tremendo…
Que te permite existir…
E sentes parte de ti…
Nas lágrimas derramadas…
Num rosto que te sorri…
Ou nas frases partilhadas…
E no peito uma emoção…
Um carinho que flutua…
E pegas em cada mão…
Como se ela fosse tua…
Alex M
sexta-feira, 1 de julho de 2011
QUIMERA
Num compasso…
Abro a porta…
Onde me solto.
Que me espera!
Na procura do sentido…
Onde me envolvo.
Mas que não me entende!
Que se prende…
Em meu redor.
Qual amarra…
Ao pensamento…
De um esboço onde me perco.
Por onde vagueiam sombras do que sou.
Numa qualquer história…
Que ainda não me encontrou.
Passo a passo…
Através do tempo...
Fecho os olhos.
E...
Sento a minha imaginação.
Numa cadeira que há muito deixei de procurar…
Ou nunca me pertenceu…
Alex M
Abro a porta…
Onde me solto.
Que me espera!
Na procura do sentido…
Onde me envolvo.
Mas que não me entende!
Que se prende…
Em meu redor.
Qual amarra…
Ao pensamento…
De um esboço onde me perco.
Por onde vagueiam sombras do que sou.
Numa qualquer história…
Que ainda não me encontrou.
Passo a passo…
Através do tempo...
Fecho os olhos.
E...
Sento a minha imaginação.
Numa cadeira que há muito deixei de procurar…
Ou nunca me pertenceu…
Alex M
terça-feira, 28 de junho de 2011
DELÍRIO
Olha para mim…
Vislumbra-me!
Guarda em ti todo esse pedaço do meu ser...
Da razão do acordar…
Num distúrbio madrugador.
Recebe de mim…
Do meu sentir!
A vontade de te encontrar!
Que se perde nas asas de uma emoção…
E se crava no meu peito!
Alimentando o meu querer…
Oh imensidão!
Oh estranha essência!
Que se estende ao existir…
Que transborda em mim tamanha ansiedade…
E me prende à tua existência!
No infinito desejo…
Que invade o desalento…
Alex M
Vislumbra-me!
Guarda em ti todo esse pedaço do meu ser...
Da razão do acordar…
Num distúrbio madrugador.
Recebe de mim…
Do meu sentir!
A vontade de te encontrar!
Que se perde nas asas de uma emoção…
E se crava no meu peito!
Alimentando o meu querer…
Oh imensidão!
Oh estranha essência!
Que se estende ao existir…
Que transborda em mim tamanha ansiedade…
E me prende à tua existência!
No infinito desejo…
Que invade o desalento…
Alex M
segunda-feira, 27 de junho de 2011
SONETO AO IMAGINÁRIO...
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Alex M
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Alex M
sábado, 25 de junho de 2011
COISAS QUE SE PERDEM PELO CAMINHO...
Há quanto tempo...
Choravas por outro alguém?
Há quanto tempo o fazias?
Quantas vezes outros fizeram no teu papel, o meu papel?
Enquanto te lamentavas dos momentos conquistados sem a presença física do ser que imaginavas?
Abraçando inconscientemente quem estava erradamente deitado a teu lado.
Quantas mais primeiras vezes sem que nunca igual coisa tivesse acontecido?
Quantos choros?
Quantos lamentos?
Quantas vezes a distância foi murmurada?
Quantas vezes condenaste o facto de não poderes abandonar ser quem eras?
Ou a vida que levavas?
Qual era o plano?
Um dia...
Tal como planeado!
Tal como escrito por entre lágrimas de pranto e sufocos a meio da noite nas insónias de ansiedade...
Haverias de conseguir!
Fui eu!
Sou eu!
Ou o que resta de mim...
Alex M
Choravas por outro alguém?
Há quanto tempo o fazias?
Quantas vezes outros fizeram no teu papel, o meu papel?
Enquanto te lamentavas dos momentos conquistados sem a presença física do ser que imaginavas?
Abraçando inconscientemente quem estava erradamente deitado a teu lado.
Quantas mais primeiras vezes sem que nunca igual coisa tivesse acontecido?
Quantos choros?
Quantos lamentos?
Quantas vezes a distância foi murmurada?
Quantas vezes condenaste o facto de não poderes abandonar ser quem eras?
Ou a vida que levavas?
Qual era o plano?
Um dia...
Tal como planeado!
Tal como escrito por entre lágrimas de pranto e sufocos a meio da noite nas insónias de ansiedade...
Haverias de conseguir!
Fui eu!
Sou eu!
Ou o que resta de mim...
Alex M
JUÍZO DE VALOR
Não tentes…
Escuta a tua consciência…
Que te diz:
Cala-te!
E no entanto…
Ouves, e ouves, e ouves, e ouves!
Ouves tudo…
De tudo!
Qual metralhadora.
Em todas as direcções!
Vale tudo…
Por mais que nada faças…
Que nada digas…
Ouves!
Cada vez mais!
E de repente…
És um monstro!
Faças o que fizeres…
E o que não fizeres!
Tudo serve para te atingir!
E no entanto…
Há palavras…
Que nem em sonhos esperavas ouvir…
Ou sequer ler!
Mas não interessa!
Há que continuar…
Não bastam algumas…
Tens de ouvir todas!
E o teu silêncio…
Parece mais forte que as tuas palavras!
Mais enraivecedor!
Não vales nada!
És degradante!
Fazes tantas e tantas coisas…
Que acabas por nem saber quais são!
Mas fazes!
És um verme!
Calado…
Mas um verme!
Mas tenho a certeza de que a tua culpa…
Ainda não acabou!
Afinal de contas…
O dia ainda mal começou…
Talvez um dia!
Sim…
Talvez um dia…
Tu consigas acertar…
E fazer algo que pareça…
Que pelo menos pareça!
Uma atitude acertada!
Talvez…
Alex M
Escuta a tua consciência…
Que te diz:
Cala-te!
E no entanto…
Ouves, e ouves, e ouves, e ouves!
Ouves tudo…
De tudo!
Qual metralhadora.
Em todas as direcções!
Vale tudo…
Por mais que nada faças…
Que nada digas…
Ouves!
Cada vez mais!
E de repente…
És um monstro!
Faças o que fizeres…
E o que não fizeres!
Tudo serve para te atingir!
E no entanto…
Há palavras…
Que nem em sonhos esperavas ouvir…
Ou sequer ler!
Mas não interessa!
Há que continuar…
Não bastam algumas…
Tens de ouvir todas!
E o teu silêncio…
Parece mais forte que as tuas palavras!
Mais enraivecedor!
Não vales nada!
És degradante!
Fazes tantas e tantas coisas…
Que acabas por nem saber quais são!
Mas fazes!
És um verme!
Calado…
Mas um verme!
Mas tenho a certeza de que a tua culpa…
Ainda não acabou!
Afinal de contas…
O dia ainda mal começou…
Talvez um dia!
Sim…
Talvez um dia…
Tu consigas acertar…
E fazer algo que pareça…
Que pelo menos pareça!
Uma atitude acertada!
Talvez…
Alex M
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