sexta-feira, 1 de julho de 2011

QUIMERA

Num compasso…
Abro a porta…
Onde me solto.
Que me espera!
Na procura do sentido…
Onde me envolvo.
Mas que não me entende!
Que se prende…
Em meu redor.
Qual amarra…
Ao pensamento…
De um esboço onde me perco.
Por onde vagueiam sombras do que sou.
Numa qualquer história…
Que ainda não me encontrou.
Passo a passo…
Através do tempo...
Fecho os olhos.
E...
Sento a minha imaginação.
Numa cadeira que há muito deixei de procurar…
Ou nunca me pertenceu…

Alex M

3 comentários:

acácia rubra disse...

Gosto do verso saltitante, que acompanha o ritmo do pensamento.

Bom fim de semana.

Beijo

Alex M disse...

Obrigado pelas palavras e pelo "salto" até aqui...

Bom fim-de-semana!

Beijo

Graça Pereira disse...

As quimeras também se alcançam...quando juntares o tempo do relógio com o tempo que te foi dado viver, aí, terás o sabor dos dias que procuras e então saberás que essa mesma cadeira que procuras te pertence realmente.
Um poema que me cativou...para quando um livro?
Mil beijos
Graça

PS- Hoje, seguiu a tua Menção Honrosa que, de valor, só tem o teu MÉRITO! É simples (como eu...) mas espero que gostes!