E há momentos, no fundo...
Que a vida passa por nós...
Redescobrimos o mundo...
Mesmo que não tenha voz!
Deambulamos a mente...
Procuramos nem saber...
Se é algo que se sente...
Ou que se quer aprender!
E vagueamos na sede...
Que nos exige acordar...
E embrenhados na rede...
Não sabemos levitar!
E tentando ressurgir...
Rebuscamos ilusões...
Do que iremos definir...
Inventando conclusões!
Reaparecem segredos...
Palavras de vozes roucas...
Para enfrentar os medos...
Feitos de orelhas moucas!
Redrobramos a vontade...
Bebemos do elixir...
Apagamos a saudade...
E aceitamos...
Existir!
Alex M
E se envolvem movimentos... E abraçam recordações... Que definem sentimentos... E outras contradições...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
SOPRO DA ALMA
Parece que estou perdido...
Nas dúvidas do meu medo...
E arrasto-me dividido...
Por perder o meu segredo!
Que me queima as entranhas!
Por não querer existir...
E tudo são coisas estranhas...
Por matar o meu sorrir!
E o meu céu fica escuro!
Fecho à chave a emoção!
Pareço não ter futuro...
Por rasgar o coração!
Senti um sopro na alma!
A minha vida a voar!
A partida de uma calma!
Que me fazia sonhar...
E uma raiva me dilúi!
Num apagado lamento...
Por não saber o que fui...
Neste descontentamento!
E lambo a minha ferida..
Despeço do meu olhar...
A razão de uma saida...
Que me faz alucinar!
Conto os dias que vivi!
Horas a que me encontrei!
Caminhos que percorri!
E os sonhos que sonhei!
E apago a minha mente...
Não desejo amanhecer!
Num desejar descontente...
De uma vida por viver!
E pego no ser que sou!
E na existència contida!
E sem saber onde vou!
Mando à merda...
Esta vida!
Alex M
Nas dúvidas do meu medo...
E arrasto-me dividido...
Por perder o meu segredo!
Que me queima as entranhas!
Por não querer existir...
E tudo são coisas estranhas...
Por matar o meu sorrir!
E o meu céu fica escuro!
Fecho à chave a emoção!
Pareço não ter futuro...
Por rasgar o coração!
Senti um sopro na alma!
A minha vida a voar!
A partida de uma calma!
Que me fazia sonhar...
E uma raiva me dilúi!
Num apagado lamento...
Por não saber o que fui...
Neste descontentamento!
E lambo a minha ferida..
Despeço do meu olhar...
A razão de uma saida...
Que me faz alucinar!
Conto os dias que vivi!
Horas a que me encontrei!
Caminhos que percorri!
E os sonhos que sonhei!
E apago a minha mente...
Não desejo amanhecer!
Num desejar descontente...
De uma vida por viver!
E pego no ser que sou!
E na existència contida!
E sem saber onde vou!
Mando à merda...
Esta vida!
Alex M
segunda-feira, 22 de março de 2010
PAZ...
Estou farto...
Farto de me chatear!
Farto de me preocupar!
Farto de me explicar!!
Não quero...
Não quero mais ilusões!
Não quero complicações!
Não quero reclamações!!
Procuro...
Procuro o meu caminho!
Procuro ficar calminho!
Procuro ficar sozinho!!!
Preciso..
Preciso de pisar o chão!
Preciso de fechar a mão!
Preciso da solidão!
Anseio...
Anseio por um momento!
Anseio outro alimento!
Anseio o esquecimento!!
E parto...
Parto deste caminhar!
Parto de um perturbar!
Parto para não voltar!!
Alex M
Farto de me chatear!
Farto de me preocupar!
Farto de me explicar!!
Não quero...
Não quero mais ilusões!
Não quero complicações!
Não quero reclamações!!
Procuro...
Procuro o meu caminho!
Procuro ficar calminho!
Procuro ficar sozinho!!!
Preciso..
Preciso de pisar o chão!
Preciso de fechar a mão!
Preciso da solidão!
Anseio...
Anseio por um momento!
Anseio outro alimento!
Anseio o esquecimento!!
E parto...
Parto deste caminhar!
Parto de um perturbar!
Parto para não voltar!!
Alex M
terça-feira, 9 de março de 2010
SENTIDOS
E ao olhar pela janela!
Toco o céu...
Com o pensamento!
Qual realidade sem tela...
Que distrai o meu lamento!
E elevo-me da mente...
Ou divago o meu sonhar...
Solto a voz que não se sente!
E me embala o acreditar!
Regresso do meu querer...
Liberto o meu sentido...
P'ra de novo renascer...
Onde me encontro perdido!
E recolho o meu olhar...
Da magia e da loucura!
Guardo nele o recordar...
Da razão que não perdura!
Alex M
Toco o céu...
Com o pensamento!
Qual realidade sem tela...
Que distrai o meu lamento!
E elevo-me da mente...
Ou divago o meu sonhar...
Solto a voz que não se sente!
E me embala o acreditar!
Regresso do meu querer...
Liberto o meu sentido...
P'ra de novo renascer...
Onde me encontro perdido!
E recolho o meu olhar...
Da magia e da loucura!
Guardo nele o recordar...
Da razão que não perdura!
Alex M
ACORDAR
Tenho vontade de ouvir...
O murmúrio de um olhar...
Retirar do teu sorrir...
O brilho de um abraçar!
E do toque fazer dança...
Do carinho...
O meu fado!
Qual sorriso de criança...
Que me deixa fascinado!
No teu corpo percorrer...
As montanhas do desejo...
Num longo amanhecer...
Definido num só beijo!
E acordar...
Outro dia!
A sentir que vale a pena...
O renovar da magia...
De uma alma...
Que me acena...
Alex M
O murmúrio de um olhar...
Retirar do teu sorrir...
O brilho de um abraçar!
E do toque fazer dança...
Do carinho...
O meu fado!
Qual sorriso de criança...
Que me deixa fascinado!
No teu corpo percorrer...
As montanhas do desejo...
Num longo amanhecer...
Definido num só beijo!
E acordar...
Outro dia!
A sentir que vale a pena...
O renovar da magia...
De uma alma...
Que me acena...
Alex M
domingo, 21 de fevereiro de 2010
DESILUSÃO
E engano parte de mim...
Por negar tantas vontades!
E sofro com este fim,
Apenas para ter saudades!
E nas palavras que digo...
Não encontro a razão!
Será que já não consigo
Encontrar a solução?
E no entanto a resposta...
É por demais evidente!
Como uma ferida exposta,
Marcada com ferro quente!
E arrependo-me afinal...
Por dizer o que não quero!
E no entanto o meu mal,
É não saber o que espero!
E lanças farpas e garras...
Que atingem como lição!
E prendo-me nas amarras,
De não te dar atenção!
E como um louco me sinto...
Por não saber o porquê!
Deste enorme labirinto,
Que lá ao longe se vê!
E morrendo passo a passo..
Vou caindo pelo chão!
Perdendo-me neste espaço,
Da minha contradição!
E de um olhar destroçado..
Ganho na alma loucura!
E embalo-me neste fado,
A que chamo amargura!
E se me sinto abatido...
E me rendo sem lutar!
É por me sentir perdido,
Em vez de te agarrar!
Alex M
Por negar tantas vontades!
E sofro com este fim,
Apenas para ter saudades!
E nas palavras que digo...
Não encontro a razão!
Será que já não consigo
Encontrar a solução?
E no entanto a resposta...
É por demais evidente!
Como uma ferida exposta,
Marcada com ferro quente!
E arrependo-me afinal...
Por dizer o que não quero!
E no entanto o meu mal,
É não saber o que espero!
E lanças farpas e garras...
Que atingem como lição!
E prendo-me nas amarras,
De não te dar atenção!
E como um louco me sinto...
Por não saber o porquê!
Deste enorme labirinto,
Que lá ao longe se vê!
E morrendo passo a passo..
Vou caindo pelo chão!
Perdendo-me neste espaço,
Da minha contradição!
E de um olhar destroçado..
Ganho na alma loucura!
E embalo-me neste fado,
A que chamo amargura!
E se me sinto abatido...
E me rendo sem lutar!
É por me sentir perdido,
Em vez de te agarrar!
Alex M
ATÉ SEMPRE...
A chuva que vai caindo...
São lágrimas deste peito...
Que em mim vão definindo
O final de algo perfeito!
Gotas de sal que larguei...
Em suspiros de loucura...
Da dor a que me entreguei...
Por afastar a ternura!
E abandono o coração...
Largo dele as emoções...
Guardo em mim a razão...
Para tais contradições!
Se me despeço do querer...
Reencontro o que perdi...
Por mais que faça sofrer...
Eu me despeço de Ti!
E de outrora...
Os momentos...
Partilhados com carinho...
Dão lugar a sentimentos...
Que vou deixar...
P'lo caminho!
E rasgo de mim...
A dor...
Que contigo partilhei...
Guardo palavras de amor...
De um desejo que sonhei!
E finalizo na mente...
Um sonho que era perfeito...
E embora eu me lamente...
Vou recordar o teu jeito!
Do adeus...
Se faz tristeza...
Do querer...
A ilusão...
Da loucura...
Uma certeza...
Do abandono...
A razão!
Deixo a promessa no ar...
De nunca o esconder...
És tu a palavra Amar...
Tu foste o amanhecer!
Levarei sempre comigo...
O teu imenso valor...
Pois Tu foste...
O eterno abrigo...
Que foi chamado...
De Amor!!!
Alex M
São lágrimas deste peito...
Que em mim vão definindo
O final de algo perfeito!
Gotas de sal que larguei...
Em suspiros de loucura...
Da dor a que me entreguei...
Por afastar a ternura!
E abandono o coração...
Largo dele as emoções...
Guardo em mim a razão...
Para tais contradições!
Se me despeço do querer...
Reencontro o que perdi...
Por mais que faça sofrer...
Eu me despeço de Ti!
E de outrora...
Os momentos...
Partilhados com carinho...
Dão lugar a sentimentos...
Que vou deixar...
P'lo caminho!
E rasgo de mim...
A dor...
Que contigo partilhei...
Guardo palavras de amor...
De um desejo que sonhei!
E finalizo na mente...
Um sonho que era perfeito...
E embora eu me lamente...
Vou recordar o teu jeito!
Do adeus...
Se faz tristeza...
Do querer...
A ilusão...
Da loucura...
Uma certeza...
Do abandono...
A razão!
Deixo a promessa no ar...
De nunca o esconder...
És tu a palavra Amar...
Tu foste o amanhecer!
Levarei sempre comigo...
O teu imenso valor...
Pois Tu foste...
O eterno abrigo...
Que foi chamado...
De Amor!!!
Alex M
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