Ah vida!!
Cruel e destemida...
Repleta de tormentos...
Que me afastas dos momentos...
Ah ilusão!!
Alimento da emoção...
Que me atinges sem pensar...
E não me deixas sonhar...
Leva-me a vontade...
Esconde-me a saudade...
Retira-me o crer...
Transforma o querer...
Ah os sonhos!!
Fantasmas medonhos...
Transtornos ideais...
De ardores fatais...
Ah prazer!!
Loucura de viver...
Leva-me o sentido...
O caminho perdido...
Mata-me o desejo...
invalida o beijo...
Sossega a paixão...
Rasga o coração!
Alex M
E se envolvem movimentos... E abraçam recordações... Que definem sentimentos... E outras contradições...
sexta-feira, 17 de junho de 2016
LÁGRIMA
Vi-te crescer num só sonho...
Que me iluminou a face...
Alma minha, ser risonho...
Subterfúgio, desenlace.
Quis-te em mundos descobertos...
De alegrias e desertos.
Tive em mim a tua mão...
Nela criei a razão.
Fiz-me sentido e senti...
Dei-me ao sorriso e sorri.
Trilhei pedras da calçada...
Quis tudo sem querer nada.
Alimentei-me do riso...
E do tudo que preciso.
Fiz viagens só de ida...
De tão cheio de vontades...
Aceitei as liberdades...
Por onde busco saudades.
Fiz-me gente, fiz-me vida...
Tracei ruas sem saída.
Percorri-te os olhos grandes...
Deitei-me no corpo teu...
Virei o fundo do mundo...
Dentro desse olhar profundo.
Perdi-me no teu valor...
Desenganei o amor.
Vi-te o ser em plena luz...
Reflexo que me seduz...
Melodia que compus.
Invisível me tornei...
Tanto, tanto, que nem sei.
Se te quero, se te amo...
Ou apenas te declamo.
Um eu teu...
Que assim distante...
Qual forma desconcertante...
No aparente se perdeu...
Quem sabe por erro meu.
Talvez nem queira acordar...
Nem sei se quero ficar...
Que será do imaginar?
Neste mundo desigual...
Onde já nada é normal...
E as lágrimas...
Não têm sal!
Alex M
Que me iluminou a face...
Alma minha, ser risonho...
Subterfúgio, desenlace.
Quis-te em mundos descobertos...
De alegrias e desertos.
Tive em mim a tua mão...
Nela criei a razão.
Fiz-me sentido e senti...
Dei-me ao sorriso e sorri.
Trilhei pedras da calçada...
Quis tudo sem querer nada.
Alimentei-me do riso...
E do tudo que preciso.
Fiz viagens só de ida...
De tão cheio de vontades...
Aceitei as liberdades...
Por onde busco saudades.
Fiz-me gente, fiz-me vida...
Tracei ruas sem saída.
Percorri-te os olhos grandes...
Deitei-me no corpo teu...
Virei o fundo do mundo...
Dentro desse olhar profundo.
Perdi-me no teu valor...
Desenganei o amor.
Vi-te o ser em plena luz...
Reflexo que me seduz...
Melodia que compus.
Invisível me tornei...
Tanto, tanto, que nem sei.
Se te quero, se te amo...
Ou apenas te declamo.
Um eu teu...
Que assim distante...
Qual forma desconcertante...
No aparente se perdeu...
Quem sabe por erro meu.
Talvez nem queira acordar...
Nem sei se quero ficar...
Que será do imaginar?
Neste mundo desigual...
Onde já nada é normal...
E as lágrimas...
Não têm sal!
Alex M
ÂMAGO
Estava só
Estava tão só
Como só, queria ficar...
Numa calma
Calma a minha
Que me acalma, o acordar...
No meu mundo
Mundo este
Meu mundo, particular..
Onde a palavra
Palavra de honra
Era palavra, a passar...
Ao sorrir
O sorrir teu
Fez sorrir, o meu olhar...
Quantos dias
Dos meus dias
Eu deixei, de adiar...
E acordei
Como se acorda
Sentindo a corda, puxar...
Deixando
Como se deixa
Deixar o sonho, sonhar...
Mas senti
Como se sente
Um sentir que que em si não finda
Que sentido será este?
Sem qualquer valor...
(Ainda)
Alex M
Estava tão só
Como só, queria ficar...
Numa calma
Calma a minha
Que me acalma, o acordar...
No meu mundo
Mundo este
Meu mundo, particular..
Onde a palavra
Palavra de honra
Era palavra, a passar...
Ao sorrir
O sorrir teu
Fez sorrir, o meu olhar...
Quantos dias
Dos meus dias
Eu deixei, de adiar...
E acordei
Como se acorda
Sentindo a corda, puxar...
Deixando
Como se deixa
Deixar o sonho, sonhar...
Mas senti
Como se sente
Um sentir que que em si não finda
Que sentido será este?
Sem qualquer valor...
(Ainda)
Alex M
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Quase TU
Porque há dias assim
Que quase te vivi...
E mesmo sem te ver
Sei onde te senti...
E toquei o teu cheiro
Percorri o teu gosto ...
E sem me aperceber
Descobri o teu rosto...
Ao olhar-te nos olhos
Longe de te encontrar...
Inventei-te um sorriso
Que ficou por mostrar...
Escrevi uma aventura
Feita do teu querer...
Perdi-me na vontade
Do que te quis dizer...
E sou feliz assim
No meu mundo perdido...
Onde busco por mim
Neste sonho iludido...
Alex M
P.S. - Grato pelo título... Lady Purple Heart.
Que quase te vivi...
E mesmo sem te ver
Sei onde te senti...
E toquei o teu cheiro
Percorri o teu gosto ...
E sem me aperceber
Descobri o teu rosto...
Ao olhar-te nos olhos
Longe de te encontrar...
Inventei-te um sorriso
Que ficou por mostrar...
Escrevi uma aventura
Feita do teu querer...
Perdi-me na vontade
Do que te quis dizer...
E sou feliz assim
No meu mundo perdido...
Onde busco por mim
Neste sonho iludido...
Alex M
P.S. - Grato pelo título... Lady Purple Heart.
domingo, 6 de outubro de 2013
APOPLEXIA
Memórias recentes
De palavras perdidas...
Perdem-se nas mentes
Tornam-se esquecidas...
Momentos que voam
Sonhos descabidos...
Viagens que ecoam
Por mundos perdidos...
Olhares desfeitos
Mágoas deslizantes...
Segundos perfeitos
Em corpos distantes...
Vontades que ficam
Dentro de um lamento...
Almas que abdicam...
Fim de um Pensamento!
Alex M
De palavras perdidas...
Perdem-se nas mentes
Tornam-se esquecidas...
Momentos que voam
Sonhos descabidos...
Viagens que ecoam
Por mundos perdidos...
Olhares desfeitos
Mágoas deslizantes...
Segundos perfeitos
Em corpos distantes...
Vontades que ficam
Dentro de um lamento...
Almas que abdicam...
Fim de um Pensamento!
Alex M
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
ALÉM
Perco tempo
Neste tempo que não tenho…
Dentro do espaço
Quase perdido
Em que me embrenho…
E passo a passo
Neste caminho
Indefinido
Que feito em mim
Em vão reduzo
Ou busco um fim…
No naufragar
Do meu cansaço
Amargo e duro
Busco a cadência
Ou vã demência
Do meu futuro…
Nesta ilusão
Qual resistência
Claro e confuso
Quero a razão
Da sensação
Quem em mim difuso…
Se busco a paz
Que me alivia
O recordar
O amanhã
É outro dia
E vai chegar…
Alex M
Neste tempo que não tenho…
Dentro do espaço
Quase perdido
Em que me embrenho…
E passo a passo
Neste caminho
Indefinido
Que feito em mim
Em vão reduzo
Ou busco um fim…
No naufragar
Do meu cansaço
Amargo e duro
Busco a cadência
Ou vã demência
Do meu futuro…
Nesta ilusão
Qual resistência
Claro e confuso
Quero a razão
Da sensação
Quem em mim difuso…
Se busco a paz
Que me alivia
O recordar
O amanhã
É outro dia
E vai chegar…
Alex M
ÓNUS
Penoso crepúsculo…
Que tal como a alma,
Destila…
Como que elevando abundantemente
A inquietação
Que transforma a calma…
Apenas mais um dia,
Mais umas horas que passam…
No lento emaranhar de ideias
Que contagiam
Este sol escondido…
Que nasce
De uma índole
Que se mantém presa
Ao ventre da ilusão…
Alex M
Que tal como a alma,
Destila…
Como que elevando abundantemente
A inquietação
Que transforma a calma…
Apenas mais um dia,
Mais umas horas que passam…
No lento emaranhar de ideias
Que contagiam
Este sol escondido…
Que nasce
De uma índole
Que se mantém presa
Ao ventre da ilusão…
Alex M
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